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Censuicídio

Qualquer interpretação negativa sobre tal ordem subjetiva advinda do Senhor Deus é risco de abuso e falta de instauração da verdadeira Lei e Ordem. Ou seja, é a entidade falando sobre o individúo cujo não se comprometeu com o caminho, a verdade e a vida. É inconsciente.

O censo morreu, a ciência morreu, e a única coisa que sobra é expectativas vazias para uma sociedade em decadência pelos próprios devaneios.

“A census is the procedure of systematically acquiring, recording, and calculating information about the members of a given population, which are then usually displayed through statistics.”

O Estado cria leis com conceitos vagos para criar criminosos (Quem lembra das páginas 456 de Atlas Shrugged?), permitindo interpretação subjetiva por juízes, promotores ou plataformas digitais (que podem remover conteúdo preventivamente). O que difama e destrói primeiro as Leis Divinas e depois os primeiros artigos da Constituição. Como sabeis disso? Eis as citações:

Já não é de hoje que novos Projetos de Leis são estabelecidos para censurar nossas liberdades primordiais. Especialistas vem se juntando para poder contrapor cada vez mais com o efeito chilling (medo de falar) e podemos continuar comparando com casos internacionais, pois o censo de pesquisa, numerológico e estatístico já deixou de ser um método do qual a correlação causal por problemas “insolucionáveis sem intervenção estatal” como “feminicidio” são causados por motivos de birra da machosféra.

Como diria Richard Feyman: “A Ciência é acreditar na ignorância dos especialistas”.

Exemplos que já ocorreram com leis de “discurso de ódio” em outros países, onde igrejas foram investigadas por pregações tradicionais sobre família e gênero já foram documentadas antes do surto chegar ao Brasil:

  1. Pastor Åke Green (Suécia, 2003-2005)1
  2. Pastor John Sherwood (Reino Unido, 2021)2
  3. Päivi Räsänen e Pastor/Bispo Juhana Pohjola (Finlândia, 2019–2025)3

Os três casos tem motivos de processo judicial e condenações com justificativas em comum:

  1. Pastor Green: Hate Speech
  2. Pela POA, o John Sherwood foi condenado por: Hate Crime
  3. Päivi Räsänen e Pastor/Bispo Juhana Pohjola, acusados de “incitação contra um grupo” (hate speech)

Se você ousar em ter preconceito por identificar padrões sociais, desgostar de uma conduta inadequada (independente do sexo), pedir silêncio quando for necessário, repudiar atitudes complacentes, discursar, ousar debater, discordar ou somente ler as escrituras da Bíblia Sagrada. O Estado está te dizendo que isso é “discurso de ódio” e por isso você deve prestar queixas. Quando foi que esqueceram Vox populi vox dei?

Eu não tenho dúvidas que isso vai cair para a machosféra em breve, já existem diversos conteúdos espalhados condenando cada vez mais o rotulado e estúpido “movimento red pill”. Enquanto estamos sendo sugados por leis complacentes do interesse de ninguém— 67 Senadores cujo os votos foram unanimês— e desesperados para ir embora desse regime ginocentrista cada vez mais insurgente.

Enquanto o Senado aprovava por unanimidade o PL 896/2023, equiparando a misoginia aos crimes de preconceito da Lei do Racismo, diversos outros projetos tramitam no Congresso com potencial para ampliar significativamente o controle estatal sobre o discurso individual.

O PL 6194/2025 (Misoginia Digital), de autoria da deputada Ana Pimentel (PT-MG), vai além: cria obrigações para plataformas removerem conteúdos que “naturalizem a submissão feminina”, “controle masculino” ou qualquer interpretação tradicional de papéis de gênero. Apensado a ele, o PL 6396/2025 propõe impedir a monetização de conteúdos considerados misóginos ou discriminatórios de gênero — o que, na prática, pode atingir desde pregações bíblicas até discussões sobre família tradicional ou masculinidade.

Somado a isso, o antigo PL 2630/2020 (conhecido como PL das Fake News ou PL da Censura) continua pairando como uma ameaça latente, ao dar ao Judiciário poder para determinar remoções rápidas de conteúdo com multas pesadas às plataformas que não cumprirem imediatamente.

Esses projetos, juntos, tem sempre o mesmo padrão: o uso de bandeiras legítimas — como o combate à violência contra a mulher — para criar mecanismos de censura prévia, subjetivos e expansivos. Conceitos vagos como “ódio”, “aversão” ou “naturalização da submissão” abrem espaço para que juízes, ativistas ou denunciantes interpretem de forma seletiva sermões, posts, lives ou opiniões conservadoras.

Mulheres não são coletivo

Não vou seguir com detalhes morais ou reforçar a imbecilidade infantil daqueles com híperfoco na realidade metonimica. Mulheres não são e não devem ser tratadas como um coletivo. Todos os casos e alegações de falsas acusadoras são comprobatórios: Problemas especificos advindos de decisões e escolhas especificas, em síntese, individuais. Qualquer responsabilidade imoral de coletivizar pessoas com seus próprios interesses deve ser delegada e por isso cabível o uso da retirada. Nunca na história da humanidade houveram crimes sem vítimas. O que hoje é chamado de “movimento”, não passa do simples conservadorismo e tradicionalismo, ou seja, o desejo de qualquer individúo em sã consiência em busca do aperfeiçoamento e preservação de sua história.

Para o usufruto ensurdecedor de vossa responsabilidade com a verdade absoluta, deve-se retribuir à demagogia com boas analogias e memes:

Eu tenho certeza que apesar do que escrevo, as dúvidas podem permear na cabeça daqueles que precisam de pessoas com qualificações desejadas para entender profundamente as possibilidades de tais projetos de lei e no que podem remeter e acarretar. Se precisarem pesquisar, o esforço já foi feito há bons tempos com pessoas mais aperfeiçoadas como os integrantes da @FSU_BR em plataformas como X (Antigo Twitter).

A finalidade do direito é aumentar a previsibilidade reduzindo a violência, garantindo punição daqueles que o povo pede por penalidade. Até quando vamos ficar sedendo esse Coup d’état? Toda lei que estimula alienação parental e falsa acusação não há ética muito menos moral. É composta por entidade satânicas, não há justiça.

A lei Bíblica permitiu que algum criminoso saísse ímpune? A lei Bíblica permite que o poder pátrio seja retirado de um pai com ou sem a sua vida?

Se você é a favor de leis que proíbem os direitos fundamentais e acelera a destruição patriarcal não sou Eu que escrevo com ignorância, mal são seus olhos.

Insatisfações pelas Redes

Abaixo, deixarei somente comentários das redes sociais cujo são provas constatadas da insatisfação de outros, obstantes de qualquer repúdio sobre minha pessoa individualmente. Quem se compromete com a verdade, estará insatisfeito com tais medidas regulatórias e desnecessárias:

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