Um guia completo sobre falácias lógicas inspirado na série Logical Thinking de Star Trek por Dan Hauser.
Aplicar uma regra geral a um caso específico onde ela não se aplica.
Usar ameaças ou intimidação para forçar aceitação de uma conclusão.
Atacar o caráter ou características pessoais do oponente em vez de refutar seu argumento.
Repetir uma afirmação tantas vezes que as pessoas começam a acreditar nela.
Se A então B; B é verdadeiro; portanto A é verdadeiro.
Comparar duas coisas que não são realmente comparáveis de forma significativa.
Criar argumentos baseados em frases com significado ambíguo.
Usar a opinião de uma autoridade como evidência, especialmente quando não é especialista no assunto.
Usar emoções (medo, pena, indignação) em vez de argumentos racionais para persuadir.
Dizer que algo não pode ser verdade porque você não consegue entender ou acreditar nisso.
Afirmar que algo é bom porque é "natural".
Afirmar que algo é melhor porque é novo.
Tentar vencer um argumento apelando à compaixão.
Afirmar que algo é correto porque é tradição ou sempre foi feito assim.
Ridicularizar um argumento para tentar refutá-lo.
Usar as consequências positivas ou negativas de uma posição para determinar sua verdade.
Usar uma história pessoal ou exemplo isolado como evidência.
Afirmar que algo é verdadeiro porque muitas pessoas acreditam nisso.
Fazer um julgamento de probabilidade baseado em probabilidades condicionais, sem levar em conta os efeitos das probabilidades a priori.
Atribuir um efeito a uma única causa quando há múltiplos fatores.
Selecionar apenas os dados que suportam sua conclusão, ignorando os que contradizem.
A suposição de que um resultado que satisfaz múltiplas condições é mais provável que um resultado que satisfaz apenas uma delas.
Assumir que, porque dois eventos ocorreram juntos, um causou o outro.
Tentar desacreditar alguém antes mesmo que ele apresente seu argumento.
Usar uma palavra com múltiplos significados em diferentes partes de um argumento.
Mudar os critérios de sucesso depois que um argumento já foi apresentado.
Assumir que resultados específicos juntos são mais prováveis que um resultado geral.
Assumir que, se A implica B, então não-B implica não-A é falso.
Se A então B; não-A; portanto não-B.
Assumir que o que é verdade para as partes é verdade para o todo.
Assumir que o que é verdade para o todo é verdade para as partes.
Aplicar uma exceção a uma regra geral de forma inadequada.
Encontrar padrões em dados aleatórios e então fazer afirmações causais.
Assumir que a ausência de evidência é evidência de ausência.
Assumir que, se A e B estão relacionados a C, então A e B estão relacionados entre si.
Duas afirmações alternativas são dadas como as únicas opções possíveis quando, na realidade, há mais.
Assumir que o meio-termo entre duas posições é sempre a resposta correta.
A crença incorreta de que eventos separados e independentes podem afetar a probabilidade de outro evento aleatório.
Tirar conclusões amplas baseadas em evidências insuficientes.
Distorcer o argumento do oponente para refutá-lo mais facilmente.
Refutar um argumento respondendo a algo diferente do que foi dito.
Faz uma generalização verdadeira mudando a generalização para excluir um contraexemplo.
Fazer uma pergunta que pressupõe uma resposta que não foi estabelecida, limitando artificialmente as opções.
Usar a conclusão como premissa do argumento.
Assumir que, porque um evento ocorreu após outro, o primeiro causou o segundo.
Uma estrutura válida onde as premissas verdadeiras levam a uma conclusão necessariamente verdadeira.
Introduzir um tópico irrelevante para desviar a atenção do argumento original.
Alegar que uma ação proposta, relativamente pequena, levará inevitavelmente a uma cadeia de eventos resultando em um evento significativo e negativo.
O argumentador tenta citar algo como uma isenção de uma regra ou princípio geralmente aceito sem justificar a isenção.
Desvalidar um argumento apontando que o interlocutor também pratica o que prega.