Trilema
March 27, 2026
Trilema é. Todo resto não passa de um boato
Who’s problem not What’s problem
Estava lendo essa publicação muito interessante do Stefan Molyneux:
The purpose of Leftism to give mentally ill people full control over the brutal power of the government. https://t.co/tE1WWajTYs
— Freedomain - with Stefan Molyneux, MA (@StefanMolyneux) March 27, 2026
E resolvi soltar um pensamento incisivo nesse post visto que sua publicação me pareceu emocionalmente satisfatória. Sua fórmula de pensamento me parece ser:
Esquerdismo = Neurose Armada + Monopólio Estatal da Violência
É plausível se você acompanhou certos círculos ativistas por tempo suficiente, mas ainda trata o fenômeno como um problema de “quem” (pessoas mentalmente doentes tomando o poder) e o que venho trazer em meu texto é flipar o problema para “o quê”.
Mexican Standoff
O propósito do esquerdismo não é dar às pessoas mentalmente doentes o controle total sobre o poder brutal do governo. O propósito é o trilema: a confusão mental de dizer e postergar tudo sobre a justificativa de que todas as escolhas que você não consegue fazer não passa de boatos. Neste caso, estou utilizando o termo hearsay (boatos em Inglês). E vou me aprofundar sobre em outro post.
Kurzgesagt: O Mal, de forma ampla, consiste de pessoas que não são muito boas e não querem melhorar.
Tendo isso em mente o trilema é subentendido como pessoas crianças-mentais:
Sabemos como é se sentir confortável com as nossas incapacidades.
Sempre precisamos da ajuda de um pai (Estado).
A verdade não é importante pois somos irresponsáveis.
O trilema se desenvolve com as seguintes opções:
- Ser bom não é uma opção.
- Ser mau não é uma opção.
- Ser feio não é uma opção.
Esse é o poder da maldade. Ele é tão infantil quanto uma criança fazendo birra por um brinquedo que, por ser dependente de seu pai, se nega a querer escolher entre a opção mais barata: a de não ter que escolher. E por isso dá até para enquadrá-lo na terceira opção — feio por ser uma criança birrenta e sem atitude — afinal, que criança vai querer tomar uma atitude racional e por conta própria, quando seu pai lhe nega o que quer?
O Esquerdismo é uma ideologia que impede a opção das pessoas serem boas. É uma medida praxeológica por instituições que aderem a ela, direcionando as pessoas para o caminho errado: o Mal, não é vilania de desenho animado; é a escolha quieta e racional de sair das duas primeiras pernas do confronto (Bom vs. Mau) e simplesmente esperar que o terceiro (o Estado) pisque primeiro.
Eu vi esse padrão se repetir em várias áreas de política (armadilhas de bem-estar social, perdão de dívidas estudantis, mandatos de DEI, até aspectos de “reforma” da justiça criminal). A ideologia não precisa ser conscientemente projetada por vilões de bigode retorcido; basta fazer com que o caminho de menor resistência para a pessoa média leve à impotência aprendida. Uma vez que pessoas suficientes escolham essa terceira opção, as instituições que lucram gerenciando a impotência se tornam politicamente invencíveis. Esse é o trilema real. Chamar de “o propósito” implica uma intenção única e monolítica. Na realidade, o esquerdismo é uma grande tenda com muita deriva histórica — algumas vertentes eram genuinamente sobre reduzir o sofrimento ou expandir direitos. Mas a forma dominante moderna convergiu absolutamente para o mecanismo de recompensa por incapacidade e a lente praxeológica explica isso melhor do que a maioria dos gritos de guerra cultural. Ele sobrevive porque resolve o problema de coordenação para pessoas que não querem melhorar: dar a elas uma linguagem moral que transforma a recusa em melhorar em uma identidade sagrada.
Pense, por quais razões o esquerdismo é tão popular entre os meios acadêmicos?
O esquerdista escolhe ser incapaz, não se arrisca por isso não petisca. Afinal, quem quer se sentir profundamente arrependido se for o primeiro a atirar num confronto mexicano?

Espere até o Estado fazer os movimentos.
- Você não é o Bom
- Você não é o Mau
- Você não é o Feio
Você é pior, o auto-destrutivo. Não escolhe, não trabalha, não se esforça, não luta, não ajuda, mas ainda sim, quer ter o direto de brigar contra seu Pai pelo brinquedo que a realidade não pode te oferecer.